Bajo la lluvia

Lleva unos días lloviendo, pero el ansia nos puede tantos días sin salir de pesca? eso es posible? , tras hacernos esta pequeña pregunta decidimos coger chubasquero y salir un par de horas a probar, ver si a subido el agua si baja con barro etc, cogemos los bártulos y ponemos rumbo al rio que por suerte lo tenemos al ladito de casa. Llegamos al rio y nos encontramos que llueve todavía mas, que a bajado el agua y encima que estaba muy turbia por las lluvias pero lluvia1como esto de la pesca es una enfermedad para muchos de nosotros nos ponemos a montar cañas!! Una vez montadas  y tras un reconocimiento visual de la zona nos ponemos a pescar sobre las algas con un poco de plomo, haciendo pases lentos sobre los bordes de estas, lanzando y lanzando sin resultado ni peces se veían, pero seguimos insistiendo y insistiendo, cambiando a jig para pescar mas abajo todavía y en todos los colores y nada, al final nos decidimos por montar un fluke sin plomo para pescar a superficie, estaba lloviendo y no era muy sensato pescar a superficie, pero de perdidos al rio, tras insistir y insistir en la mima alga haciendo pasadas y pasadas unas veces lentas o sripints otras rápido etc, obtuvimos una picada  que no clavamos por estar encima de la hierba el bass ataco y acabamos clavando ramas, con lo que nos había costado conseguir una picada y pica en el peor lugar, pero no nos rendimos seguimos probando y probando, cambiamos de señuelo  y de colores pero nada, tras lo que era ya una realidad el bolo bajo la lluvia, había pasado ya una hora desde la primera y ultima picada y seguía lloviendo y el pez ni se le veía ni se le esperaba así que decidimos recoger esta batalla la había ganado el bass pero quedan muchas mas!

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Día de pesca en ALQUEVA

 

À pesca no Grande Lago

O convite de Marco Almeida surgiu em princípio de dezembro e o objetivo era deslocarmo-nos ao Grande Lago do Alqueva e tentar a sorte aos bons lúcios e luciopercas que já existem naquela massa de água, contornando as dificuldades naturais que a pesca do achigã traz naturalmente nesta altura. Aceitámos o convite…Em conversa telefónica, Marco Almeida, pescador conhecido nas lides da pesca embarcada ao achigã, falava-me das suas recentes “aventuras” na pesca dos robalos e, naturalmente, como acontece nestas conversas, falou-se de muitas mais coisas, “apanhou-se muito peixe” ao telefone e lá se combinou uma pesca, desta feita no Alqueva para se tentarem os mais recentes habitantes do lago: os lúcios e luciopercas. Mau tempo no canal .A data marcada para esta saída era uma incógnita pois os temporais que assolaram o País em nada facilitavam a tarefa. Assim sendo, e após um longo período de espera em que uma boa aberta de tempo coincidisse com a minha disponibilidade e a do Marco, lá encontrámos um dia que calhava bem aos dois, um dia que prometia ser de céu azul e com pouco vento no Alqueva. Como nestas coisas das previsões, sobretudo em fases de temporal de sul e de oeste, as previsões nunca batem muito certas, estávamos mentalmente preparados para surpresas. Uma coisa é certa: às 6h50 da manhã já estávamos na rampa junto ao paredão da barragem para iniciarmos as hostilidades e dali à zona que Marco queria bater era um pulinho, caso a agitação da água e ausência de nevoeiro ajudassem à navegação.

Antes de mais: preparar material!

Barco na água e chegou a hora de preparar material. Marco é competidor por natureza e é incapaz de não montar tudo aquilo que pode eventualmente vir a precisar. “Não consigo sair sem levar tudo montado. No entanto as opções para hoje vão ser mais feitas a pensar nos lúcios e luciopercas e por isso vou montar coisas um pouco maiores, amostras de reação sobretudo, caindo as minhas escolhas em cranks e spinners, em vermelhos, chartreuses e brancos, amostras que com recuperações mais lentas têm feito boas capturas a estes peixes nos últimos tempos. No entanto vou preparar montagens Texas com lagostim, minhoca, drop shot e jerkbait para tentar fazer um outro achigã depois de passar “a hora” dos lúcios e luciopercas, peixes que se alimentam com pouca luz – sobretudo os luciopercas – e habitualmente em cardume, pelo que dispor da ajuda de uma sonda é sempre ideal para localizar alguns peixes para depois se tentar descobrir o padrão, a técnica com que estão a comer”.Material montado, tudo arrumado a bordo e o tempo a permitir uma “largada” rápida, lá arrancámos direito aquela que é considerada uma das zonas mais produtivas do Alqueva nesta altura para estes novos “inquilinos”. A zona de caça

Durante a curta viagem Marco explicou o que íamos encontrar: “Trata-se de uma zona de eucaliptos cortados, com alguns paus secos na água que se conseguem detetar facilmente pois saem da água. É nessa zona do braço da Amieira que estes peixes têm saído com mais regularidade e é aí que quero insistir. A hora também não é despropositada pois são peixes que se alimentam de noite e há que aproveitar alguma atividade. Mesmo que estivesse mais vento, é uma zona que abriga do vento sul e podemos sempre pescar mais comodamente, se bem que uma brisazinha ajude sempre na pesca com amostras de reação como os spinners e os cranks, a minha fé para hoje. Em novembro quando cá vim com um amigo que nunca tinha pescado a estes peixes foi muito engraçado e fizemos várias capturas, até mesmo com shads de vinil como os que se usam no mar. A água está com uma cor boa, só é preciso ver se os peixes colaboram.Deceção…

A margem a bater estava toda ela cheia de touças de eucalipto, uma cópia do que se via na margem, alguns paus e árvores secas fora de água: esta era a zona de caça.Após três lançamentos, Marco ferra um peixe num bico, nas árvores mais por fora: era um achigã. “Não era bem isto ao que vínhamos, mas menos mal”.Marco fez este peixe lançado para o meio dos ramos da árvore mais de fora e fez um crank deep runner passar pelo meio a uma boa velocidade e zás: um ataque violento de um verdinho a rondar os 800 gramas. Mas não era isto que queríamos.A deceção tornou-se ainda maior quando Marco insistiu pacientemente em toda a margem dos eucaliptos e nem mais um peixe! Aquilo ao que tínhamos vindo não estava a responder e Marco disse pragmaticamente que: “É hora de mudar de tática! Se estão cá não querem e o temporal dos últimos dias pode ter alterado tudo. Como a água está a 12,7ºC podemos tentar fazer uma tentativa aos achigãs mas se calhar ainda vai ser mais complicado… mas é para isso que tenho tudo preparado”, disse sorrindo.

Procurar um padrão

A primeira coisa em que Marco se baseou para tentar encontrar o padrão para se conseguirem apanhar uns achigãs foi a cor do peixe que se tinha capturado num dos primeiros lançamentos. “ O achigã que apanhei tinha uma coloração bonita e encontrava-se suspenso ao abrigo de uma árvore; se fosse um peixe apanhado no fundo, mesmo com um crank ou a Texas, era clarinho, esbranquiçado…isto é sinal de que estava ativo e era indiferente a amostra que lhe passasse à frente que ele atacava. Há portanto peixes ativos e temos de tentar averiguar se há mais peixes nas mesmas condições daquele que apanhei.”. Voltámos para trás e quisemos repetir o percurso feito, desta feita com outras coisas em mente: achigãs.Mal entrámos na zona das árvores secas, Marco lança novamente para dentro de um par de paus secos de uma árvore que ficava por fora de um bico e novo ataque.“Parece que temos um padrão! Este peixe foi quase uma cópia do outro, apenas foi no bico seguinte ao do que apanhei o primeiro. Deixa lá ver a profundidade a que eles estão, se bem que são peixes suspensos e podem estar a colocar-se no limite de alguma zona de conforto e as primeiras árvores.”.Depois de olhar para a sonda verificou-se que os peixes tinham sido apanhados entre os sete e os oito metros de profundidade, mas acima do fundo, a meio da coluna de água.Ainda questionei Marco sobre se seria a cota a insistir e respondeu que é sempre esse o dilema de quem procura peixe ativo. “Pela minha experiência e pelo que já percebi, do limite onde temos feito os peixes até à margem, toda ela com árvores idênticas aquelas onde fizemos capturas não tivemos um ataque. Se quisermos bater mais água e procurar mais peixes ativos é isso que deveremos fazer, se fosse em competição nem hesitava!”.

Nova corrida, nova viagem…A zona dos eucaliptos não produziu mais nenhuma captura e, Marco decidiu novamente procurar um novo cenário para tentar o padrão que lhe parecia ser o mais acertado.O local era uma ilha que fazia um bico e tinha também umas árvores submersas.Parado o barco, olhámos para a sonda e estávamos por cima de uma cota semelhante à daquela onde se fizeram as capturas no outro local. Marco lançou sucessivamente para as árvores submersas em torno da ilha, uma zona quente onde habitualmente faz umas capturas e nada! Parou de pescar, pé no motor elétrico, olhou para as canas e decidiu optar por uma minhoca a pescar à Texas por baixo do barco. “Senti uma ligeira pressão…agora um tap quando animei…tenho um!” Era mais um achigã e que veio confirmar aquilo que Marco suspeitava. “Penso que não será coincidência estar a fazer o peixe na mesma cota, entre os sete e os oito metros. A temperatura também é igual à do outro lado e parece que o padrão está a ficar definido, vou insistir só mais um pouco, agora com drop shot para tentar perceber se há peixes suspensos nas árvores e que não apareçam na sonda. O resultado desta passagem foi nulo e Marco decidiu repetir a curta extensão da ilha com crank e na mesma profundidade para tentar passar acima das árvores que ficam nesta cota, mas que desta feita estão submersas”. Após alguns lançamentos, eis que Marco ferra mais um peixe, nas mesmas condições, isto é, ao passar sobre uma zona com árvores (agora completamente submersas) e com profundidade idêntica. “Está tirada a prova dos nove! É isto que teria de se procurar caso estivéssemos em prova. O crank que agora usei afundava um pouco mais e passava por cima dos píncaros das árvores secas, situação semelhante à dos outros peixes capturados. Mais um detalhe é que todos estes peixes tinham uma coloração bem verdinha, diferente da dos peixes apanhados no fundo…os fantasmas! Estão ativos e a prova disso foi a forma franca com que atacaram as amostras.”. A hora de partida estava a chegar e a missão tinha sido cumprida, um dia de pesca interessante com um mestre na matéria que, a meio da jornada, teve de trocar o peixe que tinha como objetivo, uma verdadeira lição de que na pesca as coincidências não existem e que o nosso desporto é um verdadeiro jogo de xadrez. Quando perguntámos ao Marco o que achava da sorte, respondeu: “Na pesca? O que é isso?”.

CAIXAS, Sobre padrões…Lógico que tudo neste dia nada teve a ver com peixes “importados” e com dentes mas sim com padrões de pesca ao achigã. Como Marco Almeida frisou, mesmo os padrões são vagos, sendo apenas limitados a um curto espaço de tempo. Como exemplo contou uma história de um treino que tinha feito perto da zona onde fizemos a nossa pesca, onde tinha feito muitos achigãs a split shot, com exemplares entre 800 gramas e 1,5kg, o sonho de qualquer competidor num dia de prova. Estabelecido o padrão, no dia seguinte, o primeiro de prova, rumaram à zona com a mesma técnica e os maiores peixes que se apanharam tinham 600 gramas, tendo-se alcançado um resultado abaixo do esperado. No jantar que juntou os competidores escutou-se um zum zum de que jerkbait seria a amostra a usar e que selecionava o lote, mais que todas as outras. Dia seguinte veio a prova dos nove e Marco e o seu companheiro Nuno Ezequiel apostaram as suas fichas na mesma zona, mas a pescar apenas a jerkbait. A prova foi de sonho e, não tivessem sido os três exemplares acima de 1,5kg que se perderam a conquista da prova teria sido mais que certa.

Alqueva: ainda um paraíso?

Uma massa de água que alberga uma quantidade de predadores de topo como o Alqueva pode começar a apresentar sinais de perda de vitalidade, pois muitas espécies competem pelos mesmos recursos, os mesmos alimentos. Quando questionado sobre a sua opinião do atual estado do Grande Lago, Marco Almeida referiu: “Não acho que, atualmente acha nenhum choque. A densidade de lúcios e luciopercas ainda não é absurda e por isso não noto regressão no número de achigãs, bem pelo contrário. O fato de se terem introduzido os alburnos também contribui para isso, uma forrageira que equilibrou a situação, podendo dizer-se que, até ao momento, há alimento para todos.”.

Autor e Imagens: Carlos Abreu

Colabora: Marco Almeida

 

 

 

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Un dia Fantastico

Todo empezó el viernes por la noche cuando convencí a mi padre que me llevara a Beniarres, así fue, el sábado por la mañana nos fuimos a las 7.30 a Beniarres en cuanto llegamos no parecía un día productivo pero fue echar 4 lances y el primer pes de la mañana de un kilo cien gramos. A la media hora vimos humos en la montaña pero pensábamos que era una fogata para quemar los escombros (controlada) a los diez minutos de ver el humo por primera vez oímos sirenas y avionetas con aguas y nos fuimos del embalse por precaución. Emprendimos rumbo a escalona donde yo no iba muy ilusionado ya que las tres veces que fui solo saque dos peces, pero este día era distinto y yo aún no era consciente de ello. Fue llegar allí y al primer lance un pez de un kilo media hora más tarde paramos a comer yo estaba convencido de que no sacaría más peces pero después de comer me fui directo a una recula que no tenía mala pinta tira la lizard de 6´´ de ZOOM y zas pez de 1:500g fue un picadon muy agresivo. (más…)

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Pescando carpas con Team vorktes

Sin descanso!!

Propusimos hacer una sesión de 5 días en unos de los pantanos mejores de extremadura. Sabíamos que los peces estarían activos por las condiciones del tiempo que se preveía y no falló,mis compañeros llegaron antes que yo y comenzaron a pescar con la fortuna de sacar 12 peces eneduardo2 dos días con carpas que superaban los 10 kilos y una los 16 kilos.cuando llegue al puesto de mis compañeros los peces comenzaron asaltar y a picar a todas horas ya que solo picaban de noche y de día se paraban y se alejaban de la recula que estábamos pescando.cuando tire las cañas al oscurecer picaron 3 carpas ala vez y se predecía una noche movida y así fue cada hora una caña sonaba sin parar..las peleas con las carpas eran espectaculares ya que estaban fuertes después de la freza.Al amanecer se pararon durante varias horas y comenzaron como locas a entrar al cebadero y apartir de ese momento fue una de tras de otra con pesos bastantes curiosos todas superando los 12 kilos cuando nos disponíamos a recoger las cañas después de varios días sin descansar una de mis alarmas comenzó a sonar bestialmente cuando me eduardo1dispongo a coger la caña después de una larga carrera no pude levantar la caña por la fiereza del pez que se dirigía hacia unas cangrejeras que estaban a unos 50 metros de donde piko el pez y tras una larga lucha consigo zafarse del anzuelo y dejándome con la miel en los labios pudiéndose un colofón  perfecto a una sesión de mas de 30 peces.Todos fueron devueltos al agua para que todos podamos disfrutar de esta maravillosa pesca que cada día trae mas adeptos que deben comprender esta filosofía y inculcarle  a  futuras generaciones todos saldremos ganando.

Eduarmo Majado-Team vorktes

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